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Echo Sistema Conquista dois Prêmios na Technofeira 2009: Destaque Acadêmico e Melhor Interface Gráfica

tecnofeira_2009_cotemig_minascentro_02O Parque Ecológico da Pampulha foi o alvo escolhido pelo grupo de alunos do Cotemig para desenvolver o software de gestão “Echo Sistema”. O principal objetivo do grupo era reduzir a zero o consumo de papel utilizado pelos gestores do parque, uma vez que todo o processo de gerenciamento daquela unidade era feito manualmente pela equipe.

“A conquista desses dois prêmios para o projeto – o Destaque Acadêmico” e “Melhor Interface Gráfica” – foi extremamente gratificante, na medida que significou um reconhecimento à tecnologia, de um lado e, de outro, à pertinência da proposta, voltada para o meio ambiente e a sustentabilidade”, comemora o líder do grupo, Matthaus Melo. Para ser coerente com o projeto, a equipe optou por não utilizar nenhum impresso (flyer, folder, cartazes) para divulgação do software. “Ao invés de consumir papel, preferimos oferecer mudas de plantas (Pingo de Ouro e Sansão do campo) para as pessoas que visitaram o nosso estande”, lembrou o líder do grupo.

Conforme explicou Matthaus Melo, o Echo Sistema é um software que controla e gerencia parques e unidades de conservação ambiental. Ele foi desenvolvido especificamente para atender as demandas do Parque Ecológico da Pampulha, mas pode ser adaptado às demandas de outras unidades. O software contempla cinco grandes áreas do parque: Área Verde, que faz o controle de todas as espécies que compõem o habitat natural daquela área; o Bicicletário, que controla todo o fluxo das bicicletas que são emprestadas por 30 minutos aos visitantes, registrando qualquer ocorrência entre o usuário e o equipamento; Manutenção, que gerencia todas as reformas e manutenções preventivas que precisam ser feitas no parque, cujo levantamento é semanal; Pesquisa, responsável pelo cadastramento de escolas ou instituições que procuram o parque para trabalhos acadêmicos; e finalmente a área de Tratamento de Água, responsável pelo controle e tratamento do Rio Sarandi, que corta o parque, fazendo leituras de hora em hora sobre a qualidade da água, os produtos químicos que precisam ser colocados para tratar essa água, entre outros procedimentos. “Todos esses controles eram feitos até então de maneira manual, consumindo uma quantidade significativa de papel”, observou o aluno.

Plataforma

Matthaus Melo explicou que toda a parte gerencial do software roda em Delphi/Desktop. “A parte operacional, principalmente a relativa ao Bicicletário, foi feita em Adobe Air, uma plataforma ainda muito nova e pouco usada no mercado. A escolha desta plataforma também não foi aleatória. Ela foi escolhida porque roda tanto em Linux quanto no Windows e o fato de rodar no Linux representa economia de custos para a Prefeitura, que controla o parque”, concluiu o estudante.